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Seria o fim

10.01.13

Ontem não se falou de outra coisa. O Jornal de Negócios trouxe em exclusivo a "Receita do FMI para cortar 4 mil milhões".

A "receita" seria: cortar nos salários dos funcionários públicos, cortes até 20% nas pensões e subida da idade da reforma, subsídio de desemprego continua demasiado longo e elevado, cortes na Função Pública devem atingir salários mais baixos e serem permanentes, dois anos na mobilidade especial pode conduzir ao despedimento, dispensa de 50 mil entre professores e pessoal auxiliar, subir taxas moderadoras na Saúde, delegação de competências de ensino nos privados e diminuição do número e das regalias dos militares e forças policiais.

Eu cá só concordo com a redução do número de militares. Durante o dia foram poucos os que concordaram com o relatório pedido pelo governo ao FMI - Bruxelas: relatório do FMI "é um passo importante" na reforma da despesa pública, Moedas: Precisamos de construir um “Estado que não pese tanto aos cidadãos e nos impostos que têm de pagar”, Álvaro Santos Pereira: O relatório do FMI é um contributo e não será o contributo, decisivo.

Se estas medidas fossem para a frente o meu futuro e o de muitos teria de ser EMIGRAR. Felizmente António José Seguro disse que estava indisponível para viabilizar cortes propostos pelo FMI.

 

Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias. 

 

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publicado às 00:06



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