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Caso Esmeralda

por aespumadosdias, em 28.05.08

Já não me lembro quando tudo começou.

O caso arrasta-se nos tribunais com recursos de ambos os interessados.

Desta vez, o Supremo Tribunal de Justiça recusou os recursos referentes ao poder paternal da Esmeralda, ordenando assim o cumprimento da decisão da Relação de Coimbra que obriga à sua entrega ao pai.
Em todo este caso, ninguém tem já razão. Estão só em pensar nos seus interesses.

O Sargento Gomes nunca devia ter ficado com a miúda. Já não estamos nos anos 50 e 60 em que era hábito entregar os bebés a outras pessoas.O pai verdadeiro apareceu muito tarde na vida da pequena.

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publicado às 10:03


11 comentários

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De Brigitte a 28.05.2008 às 10:12

Eu tento ser um pouco imparcial, no entanto pergunto o que seria daquela menina se aquele casal não tomasse conta dela....e porque é que aquele pai só agora se lembrou que lhe dá jeito ter a filha com ele?
tem um bom dia
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De Cláudia a 28.05.2008 às 11:38

Eu concordo com a Brigitte.
Tudo bem que pai é pai...mas o qeu seria daquela menina se não fossem os pais afectivos?
E os interesses da menina?

Beijinho
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De Café com Natas a 29.05.2008 às 00:23

Eu tb concordo com a Brigite, independentemente de tudo, para a criança são aqueles os pais que conhece e que a receberam e lhe deram amor, carinho, pão e educação...
Seria justo para ela "roubar-lhe" assim os pais?
Eu tenho a certeza que não!
Beijinhos
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De Paulo Sempre a 29.05.2008 às 02:15

O pai biológico tem a lei (que é fria) do seu lado.
Os superiores interesses da criança, podem ser - neste caso- salvaguardados com a entrega da criança ao pai biológico. Afinal...não se raptam crianças para depois - com base em alegados pressupostos afectivos - se ficar com elas. As crianças também não são adquiridas por "uso capião.." ou por indicação de ex-primeiras damas de Portugal..
Paulo
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De Café com Natas a 29.05.2008 às 07:43

Esta criança não foi raptada. Foi socorrida da melhor maneira que o souberam fazer!
As crianças não são objectos nem têm a capacidade de mudar os sentimentos em relação às pessoas como quem desliga um botão.
No meu entendimento, o mais justo para ela seria ela ter conhecimento dos factos com calma e quando tiver idade (legal) para decidir a quem quer "pertencer" que decida. Até lá, e pelo que me é dado a conhecer não lhe faltará nada na família que a acolheu.
Mas que nunca se esqueça que no inicio, ela foi rejeitada e/ ou ignorada pelos pais biológicos, os tais que passado 6 anos ou coisa parecida se lembraram que afinal tinham tido uma filha (um dia que fosse era mau demais e quanto a mim, não há lei que proteja um acto destes.)
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De aespumadosdias a 29.05.2008 às 11:07

Olá! Mas o que foi feito não é o mais ortodoxo.
Não é legal. Por isso o sargento deve ser punido de alguma forma.
Claro que a Esmeralda teve sorte com quem a educou.
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De Café com Natas a 29.05.2008 às 21:54

O Sargento que seja punido... não achas que a maior punição é ficar sem a filha?
E o pai biológico e a mãe biológica? Não deveriam ser punidos?
Pelos vistos, o pai biológico sujeita-se a levar com uma punição de 30.000 €...
Será que é legal abandonar um filho ou ignorá-lo? Sim, porque pelos vistos ele soube que ía ter um filho...
É uma situação complicada e muito injusta para a menina que tem 4 pais, dois nomes e uma realidade cheia de muito medo.
Será justo também marcar datas de entrega?
As pessoas são muito mais que "pertences" uns dos outros.
O mais penalizante para a pequena, a meu ver é retirá-la desta forma da família que ela conhece.
Mas mudando de assunto, tomas café? ;)

Beijinhos
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De aespumadosdias a 30.05.2008 às 01:12

Olá! Vou tomando de vez em quando.
;)
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De Paulo sempre a 29.05.2008 às 18:25

Mas a lei que temos é a lei que temos.
O não cumprimento da lei é um acto de negação da justiça.
Tudo se perfila para que seja o pai biologico o "vencedor" deste caso.
Actos que não defendo é, por exemplo, a exposição dos interessados pessoais e o lucro (venda de livros) à custa de uma humilde e inocente criança. Há, concerteza, muitas outras formas de "dar nas vistas"...
É a minha opinião. Só isso....
Paulo
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De Café com Natas a 29.05.2008 às 22:04

Olá Paulo Sempre,
A lei que temos foi prevaricada logo à nascença da criança.
Neste caso não há vencedores nem vencidos porque se trata de uma criança e uma criança não pode ser tratada com estes termos. A criança é que tem de ser a vencedora e para isso há que chegar a acordo com todas as partes envolvidas, inclusivamente com a sociedade que também faz parte do caso. é dever de nós todos zelar pelos direitos das crianças e não ver quem é que tem mais razão ou menos razão.
Eu acho que nos devíamos pôr todos no lugar da pequenita, até porque nós passamos por lá e sabemos o que é pensar na ideia de perder os pais. Resta saber quem é que é mais pai ou mãe, se aquele que faz ou aquele que está lá em todos os momentos. Volto a dizer: não foi rapto. Há que pensar se de facto não se estará a quebrar uma Lei em prol de outra... Que a justiça não seja cega, que seja sábia!
Gostei do teu blog. Vou criar um link no meu. Espero que não te importes. Quanto às diferenças de opinião, são elas que fazem as coisas progredirem. Eu respeito todas, mesmo que discorde e também respeito a minha.
Toma um café com a gente
Beijinhos
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De InêsCabral a 30.05.2008 às 01:50

Olá!Na minha opinião pai é quem cria e não quem poe um filho no mundo.
Com tanta confusão não pensaram no bem estar psicológico da pequena Esmeralda,que ela sim está a sofrer...
Beijinhos

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