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OS EUA decidiram na 3ª feira abandonar o acordo nuclear com Irão. Depois da Coreia do Norte e da Síria, agora voltam-se para o Irão.

O acordo assinado em 2015 prevê um retrocesso do programa nuclear em troca do levantamento das sanções internacionais. O acordo nuclear com o Irão foi concluído em Viena entre Teerão e o Grupo 5+1 (China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia e Alemanha), antes da chegada à Casa Branca de Donald Trump.

As reacções surgiram por todo o mundo: Barack Obama, no Twitter, disse que a decissão dos EUA "foi um erro grave"; Emmanuel Macron lamentou, também do Twitter, a decisão de Donald Trump e disse que "o regime de não proliferação nuclear está em risco"; Federica Mogherini, a chefe da diplomacia da União Europeia pediu à comunidade europeia para se manter no acordo, apesar da decisão de Donald Trump; Benjamin Netanyahu, admitiu que o acordo nuclear com o Irão era "desastroso" e que a decisão dos EUA foi a "mais correta"; o governo saudita mostrou apoio à decisão de Donald Trump; António Guterres, através de um porta-voz, mostrou-se "profundamente preocupado" com a retirada dos EUA e o reforço de sanções e apelou aos países que fazem parte do acordo nuclear ao “respeito total pelos compromissos”.

No Irão a reacção foi queimarem bandeiras dos EUA, até no Parlamento, e gritaram morte à América.

Com esta decisão, logo na 3ª feira, a moeda iraniana perdeu metade do valor que tinha e o petróleo valorizou quase 3%, um novo recorde nos últimos 4 anos, estando o barril agora nos 76,93 dólares.

 

Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.

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publicado às 08:03


1 comentário

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De Chic'Ana a 10.05.2018 às 11:22

Eu não percebo como é que uma pessoa consegue fazer tanto disparate, sinceramente...
Beijinhos

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