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A entrevista da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho, à TSF e ao Jornal de Notícias, no passado domingo, continua a gerar polémica.

A ministra afirmou que existem casos de mães que prolongam a amamentação até à entrada dos filhos na escola primária para manter o direito ao horário de trabalho reduzido. As mulheres que amamentam os seus filhos têm direito a uma redução de 2 horas no horário de trabalho.
A entrevista surge quando o governo apresentou um ante-projecto de revisão do Código do Trabalho. O governo quer limitar o direito à dispensa para amamentação até aos 2 anos de idade da criança. O governo quer com a revisão do Código do Trabalho modernizar o regime laboral, promovendo maior flexibilidade e competitividade económica.
Bernardino do Soares, do PCP, veio dizer que "Governo ataca mães trabalhadoras também para esconder todos os outros ataques aos trabalhadores". Tiago Oliveira, Secretário-geral da CGTP, também fala sobre as propostas de alteração à legislação laboral.
Hoje no Correio da Manhã diz-se que há "Zero queixas contra mães na amamentação".
Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.