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Novo Estado de Calamidade

por aespumadosdias, em 15.10.20

Portugal regressou desde as 0h ao Estado de Calamidade. Ontem foi batido um novo recorde de casos diários com o Corona vírus - 2072. A ministra diz que muito em breve chegaremos aos 3 mil por dia.

Covid 19 casos diários.png

O primeiro Estado de Calamidade foi decretado a 3 de Maio.

Para já não regressamos ao confinamento mas vai ser obrigatório o uso de máscara em locais onde não se consiga manter o distanciamento. Mas muitos deverão continuar a usar mal as máscaras. O governo quer também que os funcionários públicos usem a aplicação StayAway Covid nos locais de trabalho. Ajuntamentos com mais de 5 pessoas serão proibidos. Parece que vai ter de haver polícia à porta das escolas nos intervalos, à entrada e à saída das aulas. Casamentos e batizados com mais de 50 pessoas não serão permitidos. Não me convidem para casamentos e batizados, mesmo com menos participantes que eu não irei. Faz sentido este número de pessoas num casamento ou batizado numa altura destas?

O número de casos, lamentavelmente, só diminuirá se regressarmos ao Confinamento.

 

Foto daqui.

 

Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.

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publicado às 08:31


3 comentários

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De marta-omeucanto a 15.10.2020 às 10:35

A minha dúvida, no meio disto tudo é se o vírus perdeu força e se manifesta de forma menos grave, e causa menos mortes, à medida que o tempo avança, ou se, entretanto, quem de direito está mais perto de conhecer o vírus, e lidar com ele, do que no início da pandemia, garantindo que, aconteça o que acontecer, nada será como teria sido nessa altura, se não houvesse confinamento.
É que, se virmos bem, logo no início (março), o governo quase nos colocou numa redoma, num bunker de onde poucos podiam sair, ou onde poucos podiam entrar. Ele foi estado de emergência, confinamento, uma mão cheia de medidas, para conter e dispersar o avanço da pandemia que, como vimos, resultou na altura. E, por isso, lentamente, foi-se abrindo uma porta, uma janela, até quase escancararmos a casa toda.
Agora, dizem que é impensável voltar ao bunker. Temos que fazer a vida normal. E se formos contagiados, paciência. Portanto, tudo aquilo que tentaram evitar, até ao verão, pode vir agora a dobrar, ou triplicar, pondo em causa todo o esforço, todas as dificuldades, todas as consequências sofridas.
A pessoa que perdeu parte do rendimento, a que perdeu o se negócio, a que perdeu o seu trabalho, a que quase perdeu a sua sanidade mental, a que perdeu em grande parte, a sua liberdade, para se proteger, pode agora vir a ser infectada, com o mesmo vírus do qual andou a fugir durante meses a fio.
Os alunos e professores, que durante meses tiveram que ir para casa, e se adaptar a uma nova forma de aprendizagem/ ensino, podem agora vir a ser infectados, porque fechar as escolas novamente está fora de questão.
O Serviço Nacional de Saúde, e os hospitais, que na altura não se queriam entupir e asfixiar, com um elevado número de casos, podem ver esse receio concretizado agora, em que, ao regresso à normalidade, se junta a época das constipações e gripes que, por si só, só costumam encher os serviços.
Faz sentido?
Para o governo, a solução para combater neste momento, a propagação do vírus e o aumento de casos, está no uso da máscara e numa aplicação. Num regresso à situação de calamidade, baseada em multas, e receita para o governo.
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De aespumadosdias a 15.10.2020 às 11:24

Excelente análise Marta. 
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De Luísa de Sousa a 15.10.2020 às 12:26

Acredito que sim, só mesmo confinando


Beijinhos
Feliz Dia

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