De Manuel da Rocha a 25.11.2025 às 12:05
O governo quer festejar algo, que não aconteceu... o 25 de Novembro, não passou da revolta, de 3 batalhões, militares, que tinham recebido a notificação que iram ser debandados, sem honras militares.
Ao mesmo tempo, o PCP, liderava a revolta agrária, nas ruas, de Lisboa. É daqui a união a que era o PCP, que estava a tentar um golpe de estado. Os revoltosos, queriam honras militares e manutenção dos batalhões, depois do final do ultramar... foi o que conseguiram. Morreram 3 militares, um deles, que era membro do CDS (na clandestinidade, pois eram membros do governo, deposto em 1974).
Só gostava, que Nuno Melo (e André Ventura) respondessem: Porque devemos gastar 9 milhões de euros, a comemorar o 25 de Novembro, de 1975, quando se ignorou o 11 de Março de 1975? Esse sim, mudou o país, pois se os militares (alguns envolvidos no 25 de Novembro) tivessem conseguido, o objectivo, hoje ainda estaríamos sobre ditadura. E há uma testemunha, na bancada mais alta, da Assembleia da República, que fez parte desse golpe: Diogo Pacheco de Amorim. Dirigiu o MDLP, para eliminar membros, do 25 de Abril, de 1974 e realizaram centenas, de atentados, eliminando 65 pessoas e ferindo 900, enquanto, os políticos (PSD-CDS-Chega-IL) diziam que eram acções da extrema esquerda... que deixavam bombas, explodir, nas próprias sedes ou nos seus carros.
A história é complicada, quando é escrita porque quem quer cobrir, outras coisas.