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Finalmente já um projecto para a zona de entre campos, em Lisboa, na zona da antiga Feira Popular e de uma parte do antigo Mercado Abastecedor.

O futuro de Entrecampos.jpgQue saudades dos tempos passados na Feira Popular.

Os terrenos serão destinados sobretudo à construção de escritórios, mas terão também de habitações. Mas já não chega de escritórios em Lisboa? No local haverá também um jardim de grandes dimensões - um terço da área dos terrenos da antiga Feira Popular.

Prevê-se também  a construção de 700 fogos de habitação de renda acessível na zona de Entrecampos (515 construídos pelo município), de um parque de estacionamento público na Avenida 5 de outubro, de 3 creches e 1 jardim-de-infância, uma unidade de cuidados continuados e de um centro de dia com valência de lar.

O investimento previsto ronda os 800 milhões de euros, 100 dos quais responsabilidade municipal, e vai permitir a criação de 15 mil empregos.

 

Foto do site do DN.

 

Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.

 

 

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publicado às 08:28

Pela 9ª vez

11.05.18

Marcelo Rebelo de Sousa vetou, na 4ª feira, o decreto que estabelece e regula o direito à autodeterminação da identidade e expressão de género, permite a mudança da menção do sexo, no registo civil, a partir dos 16 anos, e consequente alteração do nome próprio, sem necessidade de relatório médico, e o direito à proteção das características sexuais de cada cidadão. Esta foi a 9ª vez em 2 anos que Marcelo veta uma lei

Há algumas semanas um grupo de 25 pais de transgéneros enviaram uma carta ao Presidente da República a pedir-lhe que promulgue o diploma pois é "uma lei que permite aos nossos filhos construir um futuro com dignidade, garantindo-lhos o direito à sua privacidade e autonomia, ao invés de viverem condicionados não só pelo preconceito, mas também por pareceres da classe médica". 

Já a Associação dos Médicos Católicos Portugueses tinha apelado ao presidente que vetasse a lei uma vez que a dispensa de um parecer médico reveste-se de "uma enorme gravidade em termos de saúde pública".  

O decreto tinha sido aprovado pela Assembleia da República, a 13 de Abril, com votos favoráveis do Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Verdes, PAN e por Teresa Leal Coelho do PSD. O Partido Comunista absteve-se. enquanto que PSD e CDS-PP votaram contra.

Agora o decreto lei volta ao Parlamento para ser reformulado.

 

Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.

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publicado às 08:24

Retrocesso

25.04.18

O Tribunal Consitucional anunciou ontem o chumbo de algumas normas da lei da da gestação de substituição. 

Para o Tribunal é insconstitucional a regra do anonimato de dadores e da gestante de substituição face a quem tenha nascido em consequência de processos de procriação medicamente assistida e a regra que dispensa a averiguação oficiosa da paternidade de uma criança filha de uma mulher tenha recorrido sozinha às técnicas de procriação medicamente assistida. Cada caso é um caso e o casal que recorrer à procriação medicamente assistida e o dador ou a gestante de substituição é que devem decidir se querem que haja anonimato.

Agora espera-se que a lei seja alterada rapidamente e não surjam novos entraves para que muitos casais que não têm filhos os possam ter. Felizmente a inconstitucionalidade não se aplica a casos que já estão a decorrer.

 

Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.

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publicado às 09:33

Hoje é de dia de Meia maratona de Lisboa mas como é habitual a partida não é da praça das portagens da Ponte 25 de Abril. Os corredores assim não vão atravessar a Ponte. A razão não é por causa da notícia sensacionalista que vinha da edição de 5ª feira da revista Visão mas sim por causa dos ventos fortes que estão previstos para hoje.

Esta é a primeira vez em 28 edições que a prova não passa pela Ponte 25 de Abril.

revista Visão dizia na capa "Ponte em risco". Segundo a Visão, o Governo recebeu em Fevereiro um relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil a alertar para a necessidade de haver “medidas urgentes” de reparação, ao serem detectadas “fissuras numa zona estrutural da travessia”. O presidente da Infra-estruturas de Portugal (IP), António Laranjo, veio logo dizer que a obra de reparação "não é urgente", apesar de ser "prioritária" e que se houvesse perigo a ponte “estaria fechada”.

O concurso público internacional de reabilitação da estrutura deve ser lançado no dia 22 de Março e as obras arrancam no final deste ano, início do próximo. Os trabalhos de manutenção vão durar 2 anos e vão custar 18 milhões de euros.

Quem vai pagar as obras não é a Lusoponte, que arrecada o dinheiro das portagens (50 milhões de euros por ano), mas sim o Estado. No contrato inicial, a Lusoponte contribuía para a manutenção da Ponte 25 de Abril, mas esta contribuição foi eliminada depois do acordo entre Estado e concessionária quando houve a polémica do aumento das portagens que levou ao bloqueio da ponte, que depois foram congeladas. Mais uma parceria público-privada ruinosa para o Estado.

Quem também devia contribuir para o pagamento das obras era a Fertagus, pois também ultiliza diariamente a Ponte e ao que parece o principal suspeito dos problemas de desgaste detectados na infraestrutura será o comboio.

 

Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.

 

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publicado às 09:22

Em greve

23.12.17

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços marcou 2 dias de greve, para hoje e amanhã. Os trabalhadores dos super e hipermercados podem ficar em casa e preparar o Natal com as suas famílias. 

Era fenomenal os portugueses hoje dirigirem-se aos supermercados e encontrarem-os fechados. O que pode acontecer é haver menos caixas abertas e menos funcionários no talho ou na peixaria.

Os trabalhadores exigem:

- A negociação do Contrato Colectivo de Trabalho do sector;

- O aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B - mais baixa e que se aplica em todos os distritos, excepto Lisboa, Porto e Setúbal;

- A progressão automática dos operadores de armazém até ao nível VIII (operador de armazém especializado);

- A manutenção do valor pago por trabalho suplementar e por trabalho em dia feriado, contra a redução do valor das horas extras e do trabalho aos feriados;

- Horários de trabalho regulados, contra o banco de horas, pelo direito à conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar.

 

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publicado às 08:51

440 incêndios.

16.10.17

Que dia quente o de ontem e com bastante vento. À tarde Patríca Gaspar, a porta voz da Protecção Civil, anunciava que era o dia com mais incêndios do ano. Hoje o DN fala em 440 incêndios, todos a norte do Tejo. Estamos a meio de Outubro!

Ontem ao início da noite, as chamas estavam fora de controlo e atingiam 9 freguesias em Monção, Viana do Castelo, e em Arganil, Coimbra, o fogo estava incontrolável, tendo sido evacuadas várias aldeias.

Hoje já prevêem aguaceiros e trovoadas.

Por acaso aqui pelo Oeste, onde passei o domingo, não há muitos locais onde tenham ocorrido incêndios. Também não vi nuvens de fumo.

 

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publicado às 08:05

Continuamos sem saber o que se passou em relação ao desaparecimento de material militar em Tancos. A notícia surgiu no final do mês de Junho. Este fim de semana o Expresso trouxe em 1ª página um raltório feito pelas secretas que refre 10 cenários sobre o que aconteceu. Um desses cenários é o de tráfico de armas para África.

O relatório também tece fortes críticas à atuação do ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e ao Chefe de Estado-Maior do Exército, o general Rovisco Duarte. O governo diz queo relatório não existe.

Há 2 semanas o ministro da defesa deu uma entrevista ao DN e TSF onde alertou que poderia não ter havido furto nenhum.

A oposição tem feito de tudo para que Azeredo Lopes seja demitido do cargo de ministro.

 

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publicado às 07:48

Voos cancelados

17.09.17

A companhia aérea de baixo custo irlandesa Ryanair está a cancelar muitos voos (40 a 50 por dia).

A justificação dada pela empresa é por precisar de dar folgas e férias a pilotos e assistentes de bordo e para cumprir horários.

Muitas estão a ser as críticas dos passageiros, que estão a ser avisados apenas na véspera das voos ou só com 2 dias de antecedência, queixando-se ainda da falta de apoio por parte do centro de atendimento ao cliente.

Em vez de contratarem mais pessoal vão ficando com o dinheiro dos passageiros e poupam no combustível.

Haja alguém que os penalize e bem pelo que estão a fazer. Eu nunca viajei na Ryanair e não tenho vontade nenhuma em fazê-lo.

 

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publicado às 08:57

Em greve

13.09.17

Os enfermeiros estão em greve. Reivindicam a criação de uma carreira de especialista para os 16 mil profissionais com estas competências. Alguns enfermeiros estão a entregar os títulos de especialista na Ordem.

Na 6ª feira, dia em que se comemoram os 38 anos do SNS, estarão no parlamento a protestar.

A presidente da Ordem dos enfermeiros diz que há um enfermeiro por 40 doentes, o que faz com que a taxa de reinternamentos e o número de infecções aumente drasticamente e se gastem mais 58 milhões de euros por ano, faltando 30 mil enfermeiros em Portugal.

Por causa desta situação, o primeiro ministro faltou na 2ª feira à noite a uma acção de campanha em Arruda dos Vinhos.

Claro que a situação dos enfermeiros não se pode resolver de um dia para o outro mas há que fazer algo  O Serviço Nacional de Saúde não funciona sem os enfermeiros. Muitas operações não se realizaram devido à greve.

No anterior governo não vi os enfermeiros a protestar como agora. 

 

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publicado às 07:57

Continuam os protestos dos trabalhadores da PT contra a transferência de muitos deles para outros locais. Ontem foi no Porto, junto às intalações da empresa. Na 6ª feira dia 21 houve greve e manifestação em Lisboa.

O governo está à espera do relatório da Autoridade das Condições de Trabalho para intervir. Os trabalhadores dizem que a Altice está a actuar de forma ilegal. O mais caricato é que os trabalhadores continuam a trabalhar no mesmo local de trabalho mas a trabalhar para outra empresa.

Uma ex-funcionária da PT, que falava ontem no Jornal da Tarde em directo, dizia que o que se está a passar é como se ela trabalhasse para uma marisqueira e tivesse de ir trabalhar para um café mas continuasse a vender marisco.

A Altice não pode fazer tudo o que quer.

Diálogo entre o sindicato e a administração não há.

Os partidos à esquerda dizem que a solução é voltar a ter a PT nas mãos do estado. E tudo começou com a venda da golden share pelo governo de Passos Coelho.

 

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publicado às 08:57



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